[LAILA]

Nenén, Nenén!
Foi chamada assim até seus seis meses de idade.
Tinha copinho escrito Simone, pulseirinha gravada como Elizabeth mas foi em Niterói que finalmente foi batizada com o nome Laila, que em hebraico significa noite, da cor do seus cabelos.

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Está sempre pelo seu atelier fazendo várias peças freneticamente ao mesmo tempo.
Adora quando a inspiração a rouba de um lado para outro. 

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Em casa ela era “Papai” para o papai, “Mamãe” para a mamãe, “Preta” para o seu irmão mais velho, “minha irmã” para o irmão do meio e “Lailinha” para sua irmã.

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Sempre foi agitada e um pouco bastante estabanada, esta é a verdade. 
Pensou que a arte iria desacelerar esse seu jeito de ser mas entendeu que seu ritmo é assim e não conseguiria viver de outra maneira.

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Ir para a Ásia foi uma das experiências mais marcantes da sua vida, foi a partir dali que ela começou a olhar para tudo com um novo olhar, um novo ritmo.
Uma real transformação...atrasou o passo, respirou mais leve, agradeceu e se entregou num mergulho delicioso. 

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Casa de descendentes libaneses, todos eles muito beijoqueiros, carinhosos e comilões. 
Lembra com afeto do kibe maravilhoso que sua mãe fazia...pena que a cozinha era um ambiente muito calmo para uma criança com tanta energia.
PS. Coleção de gravatas do seu pai! 

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Já nem sabe quantas vezes caiu no caldeirão das transformações. É incrível como uma viagem tem poder de abrir janelas, ora para o lado de dentro, ora para o lado de fora.
Já Cris é uma mineira astral, ótima cozinheira, excelente vendedora e mais esquecida do que Laila. Ela ri de tudo.

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Da sua infância carrega de recordação o título de uma criança levada e extremamente amorosa.
Afinal era este pequeno grande detalhe que a salvava de muitas & muitas broncas. 

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Lembra também até hoje do cheiro da sua merendeira e da época que sua única obrigação era brincar.
Adorava andar de escoteira nas margens dos riozinhos do Campestre, um clube lindo lá em BH.

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Com seu pai aprendeu que a vida é como a vemos.
Um homem sábio, de terno de linho branco adornado sempre com gravatas lindas, excêntricas & maravilhosas.

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Seu sonho de consumo já é sua casa, felicidade é ter saúde e se precisar de uma dica mágica: reze antes.
Esses são os ingredientes do seu mix.

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Sua mãe era brava, uma ariana arretada como se diz por lá.
Dela herdou o signo, a capacidade de liderança, o empreendedorismo, a coragem, a confiança e a fé.

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Aprendeu a andar de carrinho de rolimã, brincar com bolinhas de gude, tocar piano e declamar.
Se lembra até hoje da irmã tendo aulas de declamação e ela a imitando: “ Maria Cachucha nasceu na Bahia, ali floresceu e ali se criou...”

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"Descobrir sempre me causa fascínio.
Existe coisa melhor do que viajar para lugares desconhecidos?
Começamos descobrindo novas formas de viver, novas paisagens, novas pessoas, novos idiomas até que descobrimos novos nós mesmos.”

Isabella Barbosa